quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Faça uma visita a lua na Apollo 11




O site Wechoosethemoon.org é uma experiência interativa recriando a histórica missão Apollo 11 à Lua em tempo real. No site são utilizados história, flash, redes socias e mídias sociais para reviver os principais momentos dessa famosa missão. http://wechoosethemoon.org/ 

Em 2009 foi comemorado 40º aniversário de uma das maiores conquistas da humanidade,  pois Neil Armstrong e Buzz Aldrin em julho de 1969, se tornaram os primeiros seres humanos a porem os pés em um corpo celeste além da Terra, e lá Neil Armstrong disse aquela frase que ficou para a história: “Um pequeno passo para o Homem. Um salto gigante para a Humanidade”. A façanha é incrível e o projeto do site e lindo e extraordinário e é liderado pela "John F. Kennedy Presidential Library and Museum" com apoio da AOLUm ótimo site! Perfeito e surpreendente com vídeos e entrevistas! visite agora e divirta-se.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Oceanos da Terra podem ter vindo do espaço

A mesma assinatura química foi encontrada na água do cometa Hartley e na terrestre
São Paulo- Os oceanos terrestres podem ter sido formados a partir da água de cometas que se chocaram com a Terra.
A ideia, embora não seja nova, ganha força com uma surpreendente descoberta divulgada hoje pela Agência Espacial Europeia: o primeiro cometa cuja água possui praticamente a mesma composição da água terrestre.

A informação foi coletada pelo telescópio infravermelho Herschel, que estudou o cometa Hartley 2 usando o HIFI, o mais sensível instrumento para detecção de água no espaço.
A equipe liderada por Paul Hartogh, do Instituto Max-Planck, na Alemanha, liderou a equipe internacional de astrônomos que realizou o estudo. Eles agora aguardam análises de outros cometas para reforças a tese de que os mares do planeta podem ter vindo de icebergs gigantes flutuando no espaço.
Origem da água
De onde veio a água da Terra? Nosso planeta se formou a temperaturas altíssimas, de forma que qualquer água original deveria ter evaporado. Ainda assim, dois terços do planeta são cobertos pro ela.  Uma das explicações para isso é a de que ela deve ter chegado à Terra depois que esta esfriou – muito provavelmente, carregada em cometas.
O problema é que, até agora, não havia provas concretas de que isso poderia ter acontecido. A análise de todos os cometas feita até hoje mostrava uma composição de água diferente neles e no nosso planeta – indicando que, se um deles houvesse colidido por aqui, sua contribuição para a quantidade de H20 no planeta seria mínima.
Mas, como avaliar a água?
A medida-chave usada pelos cientistas é a do deutério, uma forma mais pesada de hidrogênio achado na água. Todo o deutério e o hidrogênio do universo foram produzidos após o Big Bang, a cerca de 13,7 bilhões de anos. A razão entre eles na água pode variar de local para local, dependendo da região do espaço em que se formaram. As reações químicas, reguladas pro temperatura, pressão, e outras condições, aumentam ou diminuem a chance de um átomo de deutério substituir um dos dois de hidrogênio na molécula de água.
Comparando o deutério da água dos oceanos da Terra com a de cometas, é possível determinar se eles tiveram a mesma origem. Todos os cometas estudados anteriormente mostravam o dobro do nível de deutério da água terrestre, porém todos eles, acredita-se, haviam sido formados próximos a Júpiter e Saturno antes de serem lançados em órbita própria pela gravidade.
O Hartley, por sua vez, nasceu além de Plutão, numa região gelada do sistema solar chamada Cinturão Kuiper. A nova pesquisa sugere, portanto, que se a água veio do espaço, ela veio de uma família específica de cometas. Restas agora encontrar outros membros dela para tentar comprovar esta tese.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Melhores fotos de Astronomia

O concurso Fotógrafo de Astronomia 2011 da National Geographic desse ano trouxe belezas espaciais incríveis a nosso conhecimento. Conheça algumas das fotos premiadas:
Vencedor Absoluto: “Júpiter e suas luas” / Fotografia cedida por Damian Peach

Um retrato incrivelmente claro do rei do nosso sistema solar, Júpiter, ganhou honras superiores na competição Fotógrafo de Astronomia 2011.
O vencedor tirou a foto do Caribe, capturando não somente as faixas de nuvens do planeta, mas também os discos de duas de suas maiores luas, Ganimedes (superior direito) e Io. A captura ganhou o primeiro lugar na categoria “Nosso Sistema Solar”, bem como o título de vencedor.
Parece uma imagem do Hubble. O detalhe das nuvens e das tempestades de Júpiter é incrível, e o fotógrafo também conseguiu capturar detalhes de duas das luas do planeta, o que é notável para uma imagem tirada do chão.
Vencedor de Espaço Profundo: “Remanescente da Supernova Vela” / Fotografia cedida por Marco Lorenzi

Pendurada num dos anéis da constelação de Cygnus, o cisne, está a nebulosa remanescente da supernova Vela – tudo o que resta de uma estrela que explodiu há 12 mil anos.
A estrutura parecida com uma teia, que fica a mais de 800 anos-luz da Terra, é vista em expansão através de um campo de estrelas na foto vencedora da categoria “Espaço Profundo”.
O mais impressionante das remanescentes são suas diferentes composições. Afinal, vários dos tijolos de construção da vida são criados durante esses eventos apocalípticos.
Vice-campeão de Terra e Espaço: “Presença Divina” / Fotografia cedida por Ole Christian Salomonsen

O céu noturno está inundado com uma fina camada de auroras verdes, acima da paisagem árida da Noruega, como se vê na segunda colocada da categoria “Terra e Espaço”.
O fotógrafo agarrou os fogos de artifício cósmicos, quando o campo magnético da Terra foi fustigado por partículas carregadas que saem da superfície do sol.
Como partículas solares foram canalizadas para atmosfera do nosso planeta, elas colidiram com as moléculas de oxigênio e nitrogênio, fazendo com que elas brilhassem como cortinas de luz dançantes.
Vencedor de Terra e Espaço: “Paraíso Galáctico” / Fotografia cedida por Tunç Tezel

O Triângulo de Verão e o arco da Via Láctea elevados acima das colinas ao longo da costa de Mangaia venceu a categoria “Terra e Espaço”.
O fotógrafo costurou digitalmente um mosaico de nove fotos de 30 segundos de exposição através do céu. Ao fazer isso, ele capturou a luz combinada de centenas de milhões de estrelas que compõem os “braços” da Via Láctea.
A imagem tem uma sensação verdadeiramente mágica. É muito bonita a forma como os campos ricos de estrelas da Via Láctea parecem seguir a linha do horizonte. Uma olhada mais atenta pode, ainda, observar muitas nebulosas rosas aninhadas dentro dos braços espirais da nossa galáxia.
Menção Honrosa de Espaço Profundo: “Dragões do Ara Lutando” / Fotografia cedida por Michael Sidonio

Conhecidas como os Dragões de Ara Lutando, duas nuvens de gás coloridos parecem estar posando em posição de ataque em uma imagem que recebeu menção honrosa na categoria “Espaço Profundo”.
O fotógrado capturou tons sutis de roxo, laranja e verde da gigantesca nuvem de gás e poeira, que fica 4 mil anos-luz da Terra, no sul da constelação de Ara.
A nuvem molecular de 300 anos-luz de largura está sendo moldada pela radiação de jovens estrelas massivas formadas em seu interior durante milhões de anos.
Vice-Campeão de Jovens Astrônomos: “Céu Noturno Estrelado” / Fotografia cedida por Nicole Sullivan

A fotógrafa vice-campeã de Jovens Astrônomos tem 15 anos e capturou centenas de traços circulares de estrelas acima das montanhas.
Em uma imagem de longa exposição, as estrelas parecem girar em torno de um ponto, destacando a rotação do planeta em seu eixo.
Vice-Campeão de Pessoas e Espaço: “Caça à Lua” / Fotografia cedida por Jean-Baptiste Feldmann

A lua crescente ofereceu ao fotógrafo a oportunidade perfeita para criar uma lúdica silhueta, e o resultado lhe rendeu o segundo lugar na categoria “Pessoas e Espaço”.
Durante a lua crescente, a luz solar que atinge parte da lua cria uma forma curva, enquanto a parte mais escura do disco ainda é visível graças à luz refletida da Terra, conhecida como brilho da Terra.
Vencedor de Jovens Astrônomos: “Eclipse Lunar e Ocultação” / Fotografia cedida por Jathin Premjith

O disco da lua cheia ficou vermelho sangue acima da Índia, como se vê nesta foto do vencedor de 15 anos da categoria Jovens Astrônomos.
O eclipse total da lua ocorre cerca de duas vezes por ano, quando a lua entra na sombra em forma de cone produzida pela Terra. Os tons avermelhados projetados na superfície da lua são criados pela luz solar através da refração da atmosfera da Terra, que está cheia de poeira e poluição.
Vencedor de Pessoas e Espaço: “Observação de Estrelas” / Fotografia cedida por Jeffrey Sullivan

O fotógrafo recebeu o título de vencedor da categoria “Pessoas e Espaço” com seu autorretrato, tirado de um morro remoto nas montanhas de Sierra Nevada.
O campo da Via Láctea que se estende sobre a cabeça dele é apenas um dos dois principais braços espirais que compõem a nossa galáxia, que contém mais de cem bilhões de estrelas.
A imagem coloca a humanidade em perspectiva, lembrando como somos uma pequena parte do universo.
Vice-Campeão de Espaço Profundo: “Trio do Leão” / Fotografia cedida por Edward Henry

Este “retrato de família” de três galáxias – conhecidas como Trio do Leão – ganhou o segundo lugar na categoria “Espaço Profundo”.
Localizadas a 35 milhões de anos-luz da Terra, cada uma dessas galáxias espirais é inclinada em um ângulo diferente da nossa linha de visão. Isto oferece vários pontos de vista das estruturas das galáxias espirais, incluindo os nós e faixas de poeira escura, onde as novas gerações de estrelas estão se formando. [NationalGeographic]

domingo, 18 de setembro de 2011

                              Os cientistas climáticos há muito tempo se perguntavam para onde ia o calor "perdido", principalmente na última década, quando as emissões de gases estufa continuaram crescendo, mas as temperaturas mundiais não subiram na mesma proporção.
                              É importante acompanhar o aumento na geração de energia e de calor no sistema terrestre, por conta de seu impacto no clima atual e no do futuro.
                              As temperaturas ainda estão elevadas. A década entre 2000 e 2010 foi a mais quente em mais de um século, mas o ano mais quente foi em 1998, até que 2010 empatou.
A temperatura mundial deveria ter subido mais, calcularam os cientistas do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica.
                              Eles descobriram que as emissões de gases do efeito estufa cresceram durante a década, e os satélites mostraram uma crescente diferença entre a luz do Sol e a radiação emitidas.
                             Parte do calor estava chegando à Terra e não ia embora, mas as temperaturas não estavam subindo como estimado.


                            Simulações feitas em computador sugerem que a maior parte dele está preso em camadas mais profundas dos oceanos, abaixo de 305 metros, durante períodos como a década passada, quando as temperaturas não subiram conforme esperado.
                            Isso pode acontecer por anos ao longo do tempo e periodicamente neste século, mesmo que a tendência de aquecimento se mantenha, concluíram os pesquisadores no jornal Nature Climate Change.
"Este estudo sugere que a energia perdida tem, na verdade, queimado no oceano", afirmou em comunicado o coautor do estudo, Kevin Trenberth, do NCAR. "O calor não desapareceu e portanto não pode ser ignorado. Ele tem consequência."
                              Trenberth e outros pesquiadores fizeram cinco simulações em computador das temperaturas globais, levando em conta as interações entre a atmosfera, as áreas terrestres, os oceanos e o gelo do mar, baseando as informações em estimativas de emissões de gases do efeito estufa pelos humanos.
Todas as simulações indicaram que a temperatura global subirá vários graus neste século. Mas todas elas também mostraram períodos em que as temperaturas vão se estabilizar, antes de subirem. Durante esses períodos, o calor extra vai se mover para o fundo dos oceanos, devido a mudanças na circulação das águas marítimas, disseram cientistas.

Fonte Ultimo Segndo 
(Reportagem de Deborah Zabarenko e Washington)

 

TERREMOTO NA INDIA

Um terremoto de magnitude 6,8 sacudiu uma área remota no nordeste da Índia ao anoitecer deste domingo (horário local), matando pelo menos duas pessoas, afetando prédios e bloqueando estradas na região. O tremor também matou quatro pessoas no país vizinho Nepal, disseram autoridades.

Uma criança faleceu no Estado indiano de Sikkim, epicentro do terremoto, e outra pessoa morreu no Estado de Bihar, devido ao pânico provocado pelo tremor, reportou a rede CNN-IBN.

A região do Himalaia é vulnerável a deslizamentos de terra e muitos edifícios altos foram construídos nas cidades montanhosas de Sikkim nos últimos anos, por conta do "boom" econômico. Há temores de que o número de vítimas cresça, conforme as informações chegam de áreas remotas.

O terremoto também atingiu o Nepal, matando quatro pessoas. "Quatro pessoas foram mortas quando uma parede caiu após o terremoto. Todas foram levadas ao hospital, mas três morreram durante o atendimento", disse o chefe da polícia de Katmandu, Kedar Rijal.

Vários prédios desabaram em Gangtok, capital do Estado de Sikkim, e apagões foram reportados na região, disseram TVs. Também foram informados deslizamentos de terra em Sikkim e no Estado de Bengal, que fica a oeste.

Vários jatos da Força Aérea Indiana com tripulação e equipamentos foram imediatamente enviados a Sikkim.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos informou em seu site que o epicentro do tremor foi a 64km a noroeste de Gangtok, com profundidade de 10km.

"Há rachaduras em alguns prédios em Gangtok. A maior parte das linhas de telefone não funciona e não há eletricidade agora. As pessoas saíram para as ruas", afirmou o morador de Gangtok Bobby Dahal.

"É muito cedo para calcular os prejuízos. Estamos tentando manter contato com o governo do Estado de Sikkim para saber se eles precisam da nossa ajuda", afirmou à Reuters a secretária da Autoridade de Gestão de Desastre Nacional Sujata Saunail, Sujata Saunail.

O Estado de Sikkim é o menos populoso da Índia, localizado nas montanhas do Himalaia, entre Nepal, Butão e Tibet. O tremor foi sentido na direção de Bangladesh, sacudindo prédios na capital e em áreas vizinhas. Pelo menos dez pessoas ficaram feridas e alguns edifícios sofreram pequenos danos. Milhares de famílias em pânico na capital Daka saíram dos prédios em que estavam e foram às ruas.

"Nunca passei por um momento tão assustador como esse na minha vida. De repente as luzes apagaram e havia pessoas correndo e chorando em volta", afirmou Shamsul Islam, homem de 70 anos de idade, na cidade portuária de Chittagong, em Bangladesh.

Vários terremotos atingiram o norte e leste da Índia neste ano, mas nenhum causou grandes prejuízos

Fonte:Último Segundo 




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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

                            Um planeta descoberto pela missão Kepler, da agência espacial norte-americana (Nasa), gira ao redor de dois 'sóis', assim como Tatooine, o mundo imaginário que serve de cenário para muitas passagens da série "Guerra nas Estrelas".
                           A descoberta foi descrita na edição desta semana da revista "Science".
                           O par de estrelas está a 200 anos-luz de distância da Terra. O planeta que as orbita se chama Kepler 16b. Trata-se de um lugar frio e gasoso, muito diferente da versão cinematográfica. As condições extremas do planeta impedem o desenvolvimento da vida, segundo os astrônomos.
                           Segundo o artigo, o planeta tem um terço da massa de Júpiter. O raio de Kepler 16b é cerca de um quarto menor do que o do maior planeta do Sistema Solar. Com esse tamanho e massa, a versão "real" de Tatooine teria um formato parecido com o de Saturno.
                          O astro está a 104,6 milhões de quilômetros e completa uma volta ao redor do par de estrelas a cada 229 dias.  As estrelas são menores que o Sol, o que deixa a temperatura de Kepler 16b entre -101 e -73 graus Celsius.                           A descoberta do planeta aconteceu quando o astro ficou entre as estrelas e os observadores na Terra - fenômeno que faz a luz das estrelas ser ofuscada. A detecção foi complicada pois as estrelas também se movimetavam e ficavam uma à frente da outra, como se estivessem gerando "eclipses" contínuos.
                        As estrelas giram uma ao redor da outra a cada 41 dias e estão afastadas por "apenas" 33,8 milhões de quilômetros.

                       A missão Kepler foi lançada em 2010 com o objetivo de detectar planetas fora do Sistema Solar - principalmente mundos que possam reunir condições para o desenvolvimento da vida. Até agora, o projeto já chegou a detectar até sistemas planetários inteiros, além de centenas de "candidatos" a planetas.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Al Gore mostra impactos das mudanças climáticas no mundo

                                   Às 19h, na Cidade do México (21h em Brasília), começa o evento “24 horas de Realidade”, idealizado por Al Gore, que irá rodar o globo para chamar a atenção para os impactos das mudanças climáticas. E nada de pensar no futuro, os impactos estão acontecendo agora, enquanto você lê este texto.

                               “São 24 países, cada um em uma zona horária, que terão palestras similares, cada um em sua língua, sobre os efeitos das mudanças climáticas. O Rio de Janeiro será a penúltima cidade, que antecede Nova York, com a palestra de Al Gore”, explica Roberto Vamos, representante no Brasil da ONG The Climate Project. O evento será transmitido ao vivo e terá a participação brasileira às 19h do dia 15 de setembro.

                               A seca extrema, as tempestades e as grandes enchentes são apontadas pelo ex-vice-presidente dos EUA como uma das graves consequências do aquecimento global. "Hoje em dia a mudança climática não é mais uma previsão: é uma realidade. Mesmo assim, em todo o mundo ainda estamos sujeitos a informações enganosas e campanhas financiadas por poluidores projetadas para desviar a atenção das pessoas sobre os perigos que corremos com a crise climática que está se revelando”.